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Muitas vezes, no cotidiano dos grandes centros urbanos, muitas pessoas cercadas por seus afazeres, responsabilidades, transito, telefones, internet, sentem-se sufocadas nesta verdadeira “roda-viva” em que a chamada vida moderna se transformou.
Nestas horas é necessário parar e buscar alguma forma de relaxar e recarregar as baterias, por conta disso as chamadas terapias alternativas, academias, games entre outros vem ganhando mais espaço dia a dia, transformando-se em “ilhas” de fuga.
Estas formas de relaxar têm como principais atrativos o pouco tempo que se perde, tanto no trajeto até as mesmas quanto no tempo de duração que estas consomem, em média duas horas, e estas normalmente são reservadas ou no inicio ou no final do dia.
Algumas outras formas de escapar desta correria requerem um pouco mais de tempo e nem sempre se encontram perto de nós, assim sua pratica torna-se reservada somente nos finais de semana, o que nem sempre é bom, pois acabam tornando-se ao invés de lazer, diversão e relaxamento em um estresse causado pelas estradas cheias, locais aglomerados e inevitavelmente filas e aborrecimentos.
A melhor forma de escapar disso e infelizmente não é para todos por conta de suas obrigações, é aquela famosa “escapada” durante a semana, onde com certeza qualquer que seja a atividade escolhida estará livre dos aborrecimentos e também dos custos mais elevados costumeiramente praticado nos finais de semana por conta da alta demanda.
A pesca esportiva e a canoagem vêm dia a dia ganhando espaço entre os hobbies e caminhando cada vez mais próximas, uma vez que com os caiaques abertos podem-se unir as duas coisas e este fator vem seduzindo cada vez mais pescadores esportivos e canoístas, invertendo-se os papeis, um passa a remar e o outro a pescar.
Pensando nisso, resolvemos dar uma “escapada” e mostrar aos nossos leitores mais um lugar sedutor para ambos.
Situado próximo a São Paulo, na cidade de Cubatão o bairro do casqueiro conhecido ponto de pesca dos paulistanos literalmente se transforma nos dias de semana, praticamente livre de embarcações e Jet-ski’s tão comuns nos fins de semana que além de perigosos se não conduzidos com cautela um transtorno tanto para o canoísta quanto para o pescador esportivo, pois a passagem destes além de gerar ondas espantam os peixes com seu ruído incômodo atrapalhando e muito a pratica dos dois esportes.
O local escolhido como ponto de partida foi a Náutica Pelica, não só por estar mais próxima dos pontos escolhidos para a pesca, mas principalmente pela qualidade da estrutura, formação de seus guias e funcionários e pelo impecável serviço prestado, claro tudo isso unido a um preço justo.
Lembrando que antes de se aventurar por estes lados é bom observar dois fatores importantes para a qualidade da pesca e para a segurança, um deles é a previsão do tempo e o outro a fase da lua (determinante para a produtividade da pescaria).
A forma de chegar até os pontos escolhidos por serem muitos e distantes da marina o que além de exigir muito esforço dos canoístas\pescadores e conseqüentemente tomar tempo demais o que poderia prejudicar totalmente a pescaria foi rebocar os caiaques por um barco de apoio pilotado por um guia o que facilita muito além de dar uma segurança maior em caso de algum imprevisto.
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A estratégia traçada foi percorrer os pontos na seguinte ordem: “Cascalho”, “Tribuna”, “Bóia 6 “ (Petrobrás), “Bóia 3”, “Bóia 2” e “Paliteiro”.
A opção escolhida para a pesca foi a de arremesso usando molinetes e carretilhas e como iscas Jig’s e Plug’s, sendo que os jig’s foram as estrelas do dia confirmando o que normalmente vem ocorrendo nesta região e situação de pesca.
Foram muitas as capturas, e no decorrer do dia muitas espécies de peixe apareceram, a cada novo ponto batido mais e mais as ações aumentavam até culminarem na área do (“Bóia 6 “ (Petrobrás), onde o número de ações e espécies diferentes foi maior.
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